Repórter da Universa prepara matérias contra os Cristãos e as Mães brasileiras

Natália Eiras realiza pesquisa em grupos feministas, sem levar em consideração a margem qualitativa

A Repórter Natália Eiras do portal feminista Universa, do Grupo UOL, está realizando pesquisas em grupos de Facebook para suas próximas matérias. As integrantes dos grupos são exclusivamente mulheres feministas e pertencentes à mesma linha ideológica da repórter, não havendo pesquisas em grupos comuns e mais conservadores, para obter a real dimensão qualitativa dos assuntos abordados: mulheres que abortaram e mães que possuem ciúmes das filhas. O público pesquisado acredita a priori nos argumentos pautados pela repórter.

A ausência de diversidade e a escolha por grupos de membros exclusivamente concordantes a priori com suas intenções, ideologia e opiniões, afeta a qualidade das pesquisas. Os prints foram obtidos através de pessoas que não concordam com esse tipo de abordagem e procuraram o jornalista do S1N7ESE. Confira abaixo:

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Os prints foram recortados para preservar a fonte contra possíveis ações violentas de coletivos feministas na internet.

Não há qualquer pauta sobre mães e filhas que se dão bem, ou sobre mulheres que praticaram o aborto e estão mal, depressivas e não são cristãs, mas por instinto natural de preservação da espécie. Devido ao público escolhido e á ausência de diversidade na abordagem, a qualidade da pesquisa está comprometida.

Na questão do aborto, a jornalista quer culpabilizar os cristãos, o cristianismo e, por tabela, a Igreja, utilizando do termo pejorativo “culpa cristã” como motivo da depressão pós-aborto, removendo a culpa do procedimento em si – invasivo, antinatural e agressivo -, como se o aborto fosse algo bom e o cristianismo estivesse condenando essas mulheres á depressão por ser contrário ao mesmo e lhes incutir a tal “culpa cristã”, para dominar suas consciências e lhes causar prejuízos.

Quanto ao assunto das mães que sentem ciúmes das filhas, frisemos o “Mães X Filhas”, por que a escolha dessa construção simbólica e semântica? Mães versus filhas; ou contra as filhas? Parece a construção de uma narrativa de “luta de classes” a ser incutida no imaginário coletivo dessas meninas. E por que a pesquisa em grupos feministas, nos quais as meninas presentes analisam as ações de suas mães e pais através dessa ideologia, julgando de acordo com o conjunto de idéias feministas?

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Por que a pesquisa sobre aborto exclusivamente em grupos formados por moças que acreditam previamente que a culpa que sentem é culpa do cristianismo? Até mesmo são anti-cristãs e organizam atos de vandalismo contra Igrejas.

Entrando no perfil de Facebook da repórter – Eiras Natália – encontramos exclusivamente links, imagens e posts sobre homens x mulheres (onde o homem é sempre vilão), agenda feminista e uma ou outra de superação de pessoas, desde que estejam dentro dos perfis das famigeradas “minorias”. Também encontramos as pesquisas para suas matérias da Universa, mas apenas pautas genéricas abertas ao público; não constam as pesquisas sobre aborto e “culpa cristã”, nem sobre “Mães x Filhas” em seus posts públicos.

Em sua conta de Linkedin, a repórter informa que obteve a graduação pela Universidade Cásper Líbero, em São Paulo (SP). Suas matérias para a Universa, em geral, abordam temas como “feminicídio”, aborto, relacionamentos abertos, arranjos “familiares” et caterva.


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Roberto Barricelli

Roberto Barricelli

Jornalista e historiador. Diretor de Comunicação da Liga Cristã Mundial, foi assessor de imprensa do Instituto Liberal (RJ). Desenvolve estudos nas áreas de filosofia, história e ciência política.

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