Progressistas defendem projeto de lei que força médicos a realizarem abortos no Novo México (USA)

Projeto de lei é considerado o mais radical do país

Legisladores progressistas ( Democratas) no estado americano de Novo México conseguiram vencer a votação para aprovação de um projeto de lei que legaliza o aborto até o nono mês de gravidez, força os médicos a realizarem o procedimento independente de sua vontade – violando o direito à objeção de consciência – e infringe os direitos parentais ao permitir que menores de idade abortem sem permissão, ou sequer conhecimento dos pais.

A aprovação na Câmara dos Deputados do Novo México ocorreu por 40 votos a favor e 29 contrários. O projeto é conhecido como HB 51 e é considerado a legislação pró- aborto mais radical do país, e até mesmo internacional, podendo ser comparado à legislação chinesa. Essa movimentação democrata ocorre pouco depois da lei de aborto de Nova York, que legalizou também até o nono mês, mas não tocou nos direitos parentais, nem de objeção da consciência dos médicos.

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A Aliança pela Vida do Novo México (New Mexico Alliance for Life) está trabalhando ativamente contra esse projeto de lei e realizando campanha para informar as mulheres sobre todas as demais opções em caso de uma gravidez difícil. Também estão expondo o HB 51, principalmente a violação dos direitos parentais, o aborto aos nove meses e a remoção da única proteção à liberdade de consciência dos médicos e demais profissionais de saúde, que serão forçados a participar de abortos.

Segundo o portal CBN News, pesquisa recente mostra que 70% dos cidadãos do Novo México se opõe aos termos do projeto de lei pró- aborto, que também promove um ataque ao cristianismo sendo bem explícito ao falar em remoção de “recusas religiosas” – em suma, o médico deve ser forçado abrir mão de seus valores e princípios cristãos e realizar abortos, mesmo contra sua vontade. A diretora executiva da Aliança pela Vida do Novo México, Elisa Martinez declarou:

“O HB-51 é o projeto de lei mais extremo do país porque mantém aborto até o nascimento e também procura forçar os profissionais médicos a participar dessa prática, despojando as proteções de consciência explícitas do estatuto atual. Este projeto de lei é um cavalo de Tróia apoiado pelo lobby nacional do aborto a fim de estabelecer o aborto como um direito humano removendo as chamadas “recusas religiosas” e transformando todos os hospitais, clínicas e consultórios em uma clínica de aborto ou centro de referência”.

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Fontes: CBN News Fox News

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