Chanceler da China avisa sobre ‘sérias conseqüências’ de ajuda humanitária à Venezuela

Forças militares de Maduro assassinaram 25 pessoas próximo à fronteira com o Brasil

O Ministro das Relações Exteriores (MRE) da China, Ging Shuang, declarou durante entrevista coletiva em Pequim que o envio de ajuda humanitária “forçada” à Venezuela pode trazer sérias conseqüências, como confrontos armados, e que eles se opõe a intervenção militar no país sul-americano. A China é aliada de Nicolás Maduro.

“Se a alegada ajuda humanitária for enviada à Venezuela de maneira forçada, isso pode causar fortes confrontos, isso teria sérias consequências. Em nenhum lugar você gostaria de ver uma coisa dessas”, disse Shuang.

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Shuang afirma que a ditadura comunista de Nicolás Maduro é um governo legítimo e que continua a preservar a paz e a estabilidade dentro do país, com serenidade e todo tipo de esforço. O chanceler chinês também disse que as ações de Maduro estão efetivamente impedindo que combates sangrentos aconteçam.

O prefeito de Gran Sabana, Emilio González, usando de rotas clandestinas conseguiu chegar até Roraima, para pedir ajuda internacional. Segundo González 25 pessoas foram mortas no seu estado, na cidade do primeiro conflito, Kumaparakay, a cerca de 85 km da fronteira com o Brasil. Esses dados não são citados pela ditadura de Maduro, nem por seus aliados da China e Rússia.


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Fontes: TRT (Turquia) G1

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