Alexandre Frota contém militante do PSOL que invadiu cerimônia de diplomação dos deputados

O deputado federal Alexandre Frota (PSL/SP) impediu a invasão de um militante do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), durante festa de diplomação dos deputados estaduais e federais, senadores, governador e vice-governo, na Sala São Paulo, no Centro da Capital.

Alexandre Frota contém militante do PSOL, que se joga para trás

O militante psolista é Jesus dos Santos, que pulou para o palco e tentou invadir no momento da foto. Segundo a deputada estadual Mônica Seixas (PSOL), havia um acordo para que Santos participasse da foto, o que entra em contradição pelo fato de ter pulado ao palco e invadido, ao invés de caminhado normalmente até os demais. 

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Jesus dos Santos também é integrante da “bancada coletiva”, organizada pelo PSOL e que detém 9 membros, contudo, não conseguiu ser eleito e, portanto, não tinha direito à diplomação, nem a participar da foto. A invasão do palco resultou na reação imediata de segurança e do deputado federal Alexandre Frota. O deputado estadual eleito, Douglas Garcia (PSL), também reagiu à presença do grupo na hora da foto. 

A ‘bancada coletiva’ reúne não-eleitos e se diz uma formação para uso do mandato dos eleitos como “mandato coletivo”, ou seja, mesmo os não eleitos usufruiriam das prerrogativas dos eleitos, algo na prática e legalmente impossível, dado que não serão diplomados e não poderão exercer os mandatos.

Santos disse que a reação foi motivada por racismo, no entanto, o deputado Douglas Garcia não teve quaisquer dificuldade para participar da cerimônia. Também acusou Alexandre Frota de ter lhe dado uma joelhada, algo que não aparece no vídeo da confusão. 

Julio dos Santos (PSOL) é retirado pelos seguranças

Frota explicou o porquê de sua reação:

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“As pessoas estão sendo homenageadas, estão sendo diplomadas, não dá para ter atos como esse tipo de bandido, de pular no palco e criar esse tipo de situação. Comigo não se cria, vai ser daí para frente. Eu não sei se é uma mostra de oposição não, mas é errada, no dia em que as pessoas todas, inclusive partidos de oposição e partidos de situação, estão todos juntos recebendo os seus diplomas. Então a gente não pode aceitar que um sujeito desses pule no palco daquela maneira que ele pulou e venha achar que ele irá mandar na festa”

A cerimônia ficou 20 minutos parada até que pudesse recomeçar, com os militares eleitos prestando continência ao corregedor, presidente e vice-presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE), enquanto os deputados eleitos pelo PT faziam ‘L’ de Lula e recebiam ostensivas vaias. 


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Fontes: Último Segundo G1

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