Professora de Filosofia sofre perseguição ideológica no Ceará

A Professora Doutora de Filosofia Catarina Rochamonte, da Universidade Estadual do Ceará, responde a sindicância interna na instituição devido às suas opiniões expostas na rede social Facebook. O patrulhamento ideológico chegou ao ponto crítico, onde a universidade verifica e vasculha as redes sociais e a vida privada da docente, em busca de qualquer coisa que possam usar para promover perseguição ideológica.

Professores da UECE fizeram graves ameaças, além de proferirem calúnias, em evento de apoio ao candidato petista derrota na disputa à presidência da República, Fernando Haddad, no Centro de Humanidade da instituição, em 10 de novembro de 2018. Um Boletim de Ocorrência foi aberto e uma Notícia Crime (NOTITIA CRIMINIS) de Cognição Imediata foi apresentada ao delegado do 25º Distrito Policia de Fortaleza (CE).

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A sindicância foi aberta e instaurada em reação ao processo movido pela Professora Doutora Rochamonte, como tentativa de pressão através de  constrangimento e ameaça de ser demitida. Até mesmo um braço do movimento Anti-Fascista (ANTIFAS) se instalou dentro das dependências da UECE. Obviamente, esse “movimento” – cujo nome adequado a usarmos deve ser quadrilha – promove ações agressivas e criminosas, visando justamente aquilo do qual acusa suas vítimas: imposição de um pensamento autoritário e sanguinário, destruir a liberdade dentro da instituição e promover o ódio. 

Os professores e graduandos processados discursaram contra a professora doutora em novembro, devido à intolerância ideológica e profundo ódio anti-cristão, pois confessam, em conversas de Whatsaap, sua imensa preocupação com uma “guinada a direita” de alunos da filosofia, devido às aulas da Prof. Dra. Rochamonte. Também atacam os alunos cristãos, afirmando que possuem muito contato com a docente e são apoiadores da “corja fascista”.

Os professores que promovem essa perseguição ideológica e tentativa de censura – além de não saberem sequer escrever corretamente, assim como seus alunos, conforme vimos em imagem acima -, utilizam suas redes sociais, em especial o Facebook, para incitar agressões e ameaças contra a vida e a integridade física da Prof. Dra. Rochamonte e dos alunos e colegas que a apoiam. As calúnias proferidas são das mesmas – desprovidas de inteligência e criatividade – que costumeiramente as esquerda (sempre intolerante) costuma proferir; anátemas e palavras de ordem como “fascistas”, “extremistas” etc.

Pichações pela UECE demonstram todo ódio e campanha de calúnia e difamação dos ANTIFAS:

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Pichação dentro da UECE ameaçando alunos “”fascistas”” de assassinato à faca

Outro alvo é o Grupo de Estudos em Filosofia Cristã, aos quais um dos professores chama de “cristãos da besta”.  É essa a atitude que esperamos de docentes dentro das universidades? Intolerância religiosa e perseguição ideológica são elementos do debate público? Esses “professores” – não merecem essa alcunha – demonstram perfeitamente que a grande preocupação dos docentes de esquerda dentro das universidade é com a captação de alunos para a ideologia e o Partidão; e a doutrinação ideológica, não a formação profissional. 

“Professor” da UECE confessando perseguição aos alunos Cristãos

Notemos que o “professor” em qüestão confessa que persegue os alunos cristãos e se refere aos mesmos como “falsos cristãos” e “cristãos da Besta” – afinal, ele detém o conhecimento sobre o verdadeiro cristianismo -, depois, não admitindo contraditório, chama quem discorda dele de “dona da verdade” e se coloca em posição de grande superioridade intelectual e moral. O que uma voz discordante diz é “blá blá blá” e querer ser “dona da verdade”, só o que importa é o que ele pensa e defende; quem está se colocando como dono da verdade e Ser inquestionável?

Um professor e colega da Professora Doutora Rochamonte, denunciou os acontecimentos, em seu Facebook:

O estopim da perseguição foi um texto da Prof. Dra. Rochamonte, intitulado “Guinada à Direita”, publicado pelo jornal cearense O Povo. No texto, a docente utiliza o termo “pseudo-intelectuais” para se referir àqueles que não aceitam a pluralidade de idéias, são intolerantes a pensamentos diferentes e almejam a hegemonia ideológica, nem que seja imposta violentamente, nos meios acadêmicos. Os professores da UECE gratuitamente vestiram a carapuça e, em sua “indignação”, começaram a agir exatamente como denunciado no texto de Catarina Rochamonte.

O Ministério Público Federal (MPF), através de Procuradora da República no Estado do Ceará, Nilce Cunha Rodrigues, oficiou o coordenador do Centro de Humanidades da UECE, Dr. Ruy de Carvalho Rodrigues Júnior, solicitando informações circunstanciadas sobre “supostos atos de violência e intolerância política e religiosa praticados no interior do Centro de Humanidades, especialmente no espaço do Curso de Filosofia”. Também solicitou esclarecimentos sobre “a existência de uma ORGANIZAÇÃO DE POLÍCIA IDEOLÓGICA e de uma AÇÃO ANTIFASCISTA-UECE-CH-FORTALEZA, organizada por professores e alunos dessa IES, inclusive com intensa atuação ameaçadora presencialmente e pelas redes sociais”.

Ofício enviado pela Procuradoria da República do Estado do Ceará

Por fim, o Instituto de Estudos e Pesquisas do Movimento Operário  (IMO) declarou apoio aos professores e alunos que promovem a perseguição e as graves ameaças à vida e integridade física da Profa. Dra. Rochamonte e dos cristãos na UECE. 

Se houvesse coerência da parte do IMO e acreditassem na própria mensagem, declarariam apoio à Profa. Dra. Rochamonte e aos alunos de facto perseguidos e ameaçados, pois os verdadeiros fascistas e agressores da autonomia universitária estão do outro lado.


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