Estadão e a Máfia Vermelha da Extrema-Imprensa

Além de receber polpudos recursos dos pagadores de impostos, sem os quais iria a falência dada a baixa qualidade tanto do veículo em si, quanto dos supostos “profissionais” que nele trabalham, o Estadão, como é conhecido o jornal O Estado de São Paulo, também se dedica à defesa incessante da Extrema- Imprensa e sua Máfia Vermelha, não admitindo quaisquer questionamentos e se utilizando de discurso vitimista enquanto propagada o ódio e tenta usar sua rede criminosa para fazer o que acusa os demais veículos que ameaçam a hegemonia dessa falsa imprensa, que envergonharia de Machado de Assis a Ruy Barbosa, de Almeira Garrett a Alexandre Herculano, de Fréderic Bastiat a Albert Camus, de Reinaldo Arenas a Humberto Fontova e assim por diante.

O ápice da mediocridade pseudo-intelectual e da desonestidade criminosa foram atingidos pelo “jornalista” José Fucs, desse suposto veículo jornalístico, com seu artigo sobre uma suposta “Rede Bolsonarista jacobina”, que além dos crimes de calúnia (pela acusação de formação de quadrilha), difamação (pelos ataques à honra) e injúria, aos quais podemos acrescentar inúmeros outros, beira a uma peça humorística de má qualidade, que mal chegaria aos calcanhares de um Aristófanes. E antes que a Militância em Ambientes Virtuais da Máfia Vermelha, da qual o Estadão jamais tratará, diga que estou fazendo o mesmo, desafio os senhores e senhoras a provar que estou errado em debate ao vivo, pois diferente do Estadão, me atenho à realidade e não à narrativa que me convenha.

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O erro histórico no título é tão crasso e notório, que ruborizaria quaisquer historiadores honestos como João Camilo de Oliveira Torres e Régine Pernoud, enquanto seria aplaudido por Engels e Hobsbawm. Jacobinos de direita? Nem como alegoria serviria, dado a realidade histórica da origem dos Jacobinos – a esquerda francesa, fortemente apegada às idéias de Jean-Jacques Rousseau, Denis Diderot, Voltaire e outros membros dos Enciclopedistas Franceses, uma escola do liberalismo original, sempre à esquerda e progressista, enquanto defendia um Estado interventor na economia, muito diferente do que seus amigos adolescentes que leram dois livros de Mises, ou aquele professor de humanas te disseram.

A imprensa atual é herdeira direta da Comuna de Paris, de 1871, com influências da turminha do Maio de 1968, os “estudantes” progressistas idiotizados que só sabiam gritar “É proibido proibir”, usar alucinógenos e reproduzir promiscuidade como se estivessem “chocando” a família tradicional. Para Erica Voegelin, essas pessoas seriam apenas casos de análise, porém, se transformaram em membros “respeitados” da “comunidade jornalística”, doutrinadores disfarçados de professores e pseudo-intelectuais de fala mansa, que reproduzem idiotas de mesmo tipo nas escolas e universidades.

Enquanto os verdadeiros jacobinos atuam diariamente nos ataques caluniosos, com Fake News e usando sua máquina para tentar esmagar os oponentes e manter sua hegemonia cultural, nas instituições de educação e na imprensa, os conservadores se esforçam ao máximo para aumentar seu alcance frente às massas. Mas questionar e expor as mentiras, intrigas e crimes da Extrema- Imprensa é visto como um “ataque à democracia” e à “liberdade” por grupos autoritários e ideólogos travestidos de supostos jornalistas como José Fucs, que promovem esses mesmos ataques diariamente contra os veículos e pessoas aos quais apontam seus dedos. Acusar os outros do que são e fazem é a tática básica da Máfia Vermelha.

Pois bem, onde estava o Estadão quando a a Militância em Ambientes Virtuais do Partido dos Trabalhadores, contratada e custeada por Lula e depois Dilma e seus asseclas, com dinheiro dos pagadores de impostos brasileiros, iniciou sua campanha de Fake News contra todos seus adversários e até aliados de ocasião? Apoiando o esquema, claro, sem fazer alarde contra esses crimes, mas atenta a pessoas que defendam o filósofo e professor Olavo de Carvalho ou o presidente Jair Messias Bolsonaro de calúnias, injúrias e crimes diversos nas Redes Sociais e na mesma Extrema- Imprensa. Entendam, aos adversários a condenação por dizerem a verdade e defenderem inocentes, aos amigos o acobertamento ou cobertura pífia e “despretensiosa” de seus crimes.

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Uma jornalista do Estadão, “a tal da Constança”, assume que deseja derrubar o governo e o presidente eleito por mais de 57 milhões de brasileiros, por divergências de idéias, vaza um áudio onde a confissão está clara como uma manhã de sol na praia, e que faz o pseudo-veículo jornalístico? Ao invés de iniciar investigações e pedir esclarecimentos de sua contratada, ataca aos jornalistas que expuseram o facto; detalhe, que imputam uma suposta Fake News ao Terça Livre, ignorando o facto de que eles apenas traduziram o artigo de um jornalista Belgo-Marroquino num site respeitado da França, não criaram factoide algum, e também fazendo grossas vistas – ou ouvidos moucos – ao áudio de sua “profissional”.

Fora a marca discursiva utilizada através de um ataque xenofóbico ao jornalista estrangeiro, dando a entender que ser Belo-Marroquino e ter publicado em um site francês o diminuiria, enquanto o tratam como (mero) “blogueiro”. Há blogs dentro do próprio Estadão, do UOL, da Folha de São Paulo, mas seus funcionários são todos jornalistas, enquanto Jawad Rhalib é diminuído ao status de mero “blogueiro”? Bem, ou você faz parte da Máfia Vermelha, ou compactua com suas idéias e opiniões, ou deve ser atacado com todas as injúrias que tentam imputar à direita: xenofobia, homofobia, misoginia, intolerância, fascismo etc.

A mesma Máfia Vermelha que sempre trabalhou com assassinato de reputações, principalmente durante os governos do Partido dos Trabalhadores (PT), como exposto por Romeu Tuma Junior em seu livro “Assassinato de Reputações – Um crime de Estado”, resolveu que os conservadores são “um rede bolsonarista e olavete que opera uma máquina da assassinato de reputações”. A verdade é que a própria Extrema- Imprensa cometeu suicídio e agora reage ditatorialmente contra àqueles que não deixam seus crimes, mentiras e intrigas nas sombras, fazendo inveja à Benito Mussolini.

Onde está o Estadão que não denuncia a rede de blogs, páginas e veículos da Máfia Vermelha, dedicados a destruição das reputações de todo e qualquer conservador que se oponha à sua ideologia assassina? Onde está o Estadão para lidar com as denúncias da Ódio do Bem quanto aos discurso de ódio da esquerda, com prints e links que provam cada uma? O Estadão participa ativamente da Máfia Vermelha e é óbvio que se omitirá nesses casos, no máximo fingindo denunciar pequenos “casos”, para manter a falsa aparência de isenção e órgão da “ imprensa democrática”.

Organizações comunistas e à serviço de grupos revolucionários externos, como o Foro de São Paulo, o Clube de Roma, o Clube Bilderberg, a Fundação Rockfeller, o Partido Comunista Chinês, entre outras, sempre se disfarçaram de “democráticas” e “pacíficas”, como a Federação Democrática Feminina, o Conselho Mundial da Paz, a Federação dos Advogados Democráticos, a Federação dos Jornalistas pela Liberdade etc, que atuaram incisivamente na campanha criminosa de propaganda da falsa Guerra Bacteriológica contra os Estados Unidos da América (EUA) durante a Guerra da Coréia, onde o Norte foi ostensivamente apoiado com recursos humanos e militares pela China de Mao Tsé-Tung e pela máquina de propaganda Sino-Soviética, ainda com Stálin frente a URSS durante a maior parte do conflito – sucedido por Nikkita Khrushchov, após uma disputa interna iniciada com a morte do ditador em 1953, mas vencida por Khrushchov em 1956.

O Estadão é isso, enfim, um órgão revolucionário da Máfia Vermelha, tingido de azul e que tenta se vender como democrático para obter credibilidade e assassinar as reputações dos inimigos da Revolução, enquanto protege os revolucionários com unhas e dentes, ou no caso, com Fake News e a máquina da Extrema- Imprensa.


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Fonte: Estadão

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Estadão comuna…eita turma pra gostar de comunismo..

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