Aborto pós-parto deixa de ser teoria insana e vira Ação Política dos Democratas na América

O Partido Democrata americano votou contra a lei S.311 – Ato de Proteção de Sobrevivência aos Nascidos-Vivos de Procedimento de Aborto, de autoria do Senador Ben Asse, do Partido Republicano, por Nebraska (EUA). A lei garantiria medidas de proteção aos bebês que sobrevivessem a abortos e nascessem vivos, incluindo punições aos que atentassem contra suas vidas fora do útero.

Com a votação Democrata contrária no Senado americano, o ato foi barrado, o que na prática resulta como a legitimação do infanticídios, em termos mais simples, o assassinato de crianças fora do ventre da mãe, após o nascimento. Isso significa que se uma mulher tentar abortar e o bebê nascer vivo, ela pode solicitar ao médico que assassine o bebê recém-nascido, ou fazer isso ela mesma.

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O presidente americano Donald Trump anunciou a ação política e ideológica dos Democratas em seu Twitter:


Os democratas do Senado acabaram de votar contra a legislação para impedir a morte de crianças recém-nascidas. A posição dos democratas sobre o aborto é agora tão extrema que eles não se importam de executar bebês após o nascimento.”, disse Trump

Não é inesperada essa posição dos Democratas americanos, que historicamente defendem a eugenia, a segregação e o assassínio de bebês, como factos históricos comprovam – terem tentado manter a escravidão de negros na América, promulgarem e defenderem as leis de segregação racial, atuarem contra a lutar dos negros por direitos civis e utilizarem ‘Jane Wade’ como meio para legalização do aborto na América através de uma falsa queixa de estupro e um ativismo judicial na Suprema Corte, no caso conhecido como Ron x Wade.

Mas essa posição específica é ainda menos inesperada pelo facto de quem já se discute o chamado ‘ aborto pós-parto’ em círculos progressistas há muito tempo, ao ponto do assunto ser abordado em pesquisas científicas e teses em universidades inglesas, americanas, espanholas et caterva, com financiamento da FIGO – Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia -, parceira da Open Society, fundação do bilionário George Soros, que através da FIGO repassa recursos a maior rede de clínicas de abortos do mundo, a International Planned Parenthood Federation (IPFF) – Federação Internacional de Planejamento “Familiar”-, fundada pela eugenista americana Margaret Sanger para eliminar a população de negros da América através de políticas abortistas. O arquivo abaixo, na página 7, comprova a parceria entre Open Society e IPFF.

Através da FIGO também há o financiamento para desenvolvimento de teorias insanas por organizações de ginecologia e obstetrícia pelo mundo, como o Royal College of Obstetricians and Ginecology (RCOG), no Reino Unido, que chegou ao ponto de sugerir oficialmente o assassínio de bebês que nascessem prematuros, com problemas mentais ou má formação, usando de argumento a economia nos tratamentos, enquanto esconde a agenda abortista e de controle populacional da FIGO, Opens Society e IPFF.

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O grande “banco” utilizado para todas essas operações financeiras multibilionárias é o Global Fund for Women – Fundo Global para as Mulheres -, que recebe os recursos de Open Society, repassa às organizações mundiais como a FIGO, que por sua vez repassa à IPFF, ao RCOG, entre outras, para a promoção dessas pesquisas “científicas” que resultem em teses para a narrativa de controle de natalidade, aborto, infanticídio e suicídio.

Todas essas organizações estão sob o “guarda-chuva” da United Nations Educational Scientific and Cultural Organization ( UNESCO) –
Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura -, cujo plano de ação foi traçado pelo eugenista Julian Huxley, no documento intitulado “UNESCO – It’s Purpose and it’s Philoshophy”. Neste documento, Huxley defende aborto, infanticídio dos nenês nascidos prematuros, mal formados e/ou doentes, a dificultação do acesso dos pobres e deficientes aos serviços de saúde, entre outros absurdos.

Esse documento de ação da UNESCO foi escrito e outorgado em 1946, ou seja, são 73 anos que essas idéias estão no modo de ação prática, através de um órgão oficial da Organização das Nações Unidas ( ONU), para agora lograrem a primeira vitória na América, mas não a primeira no ocidente, se lembrarmos os assassinatos dos bebês Charlie Gard e Alfie Evans, cujos aparelhos foram desligados e suas transferências a outros hospitais proibidas pela “ justiça” na Inglaterra, contra a vontade dos pais. Ou seja, os bebês foram literalmente condenados à morte e seus pais forçados a assistir aos filhos morrendo, quando o presidente Donald Trump e o Papa Francisco ofereceram hospitais de alto nível e custeados – por Trump, privadamente, e pelo Vaticano, no segundo caso. Esse crime foi apoiado entusiasticamente pelo RCOG e seguindo a recomendação de seus pesquisadores, como exposto em documento acima – afinal, praticaram o assassínio de bebês por serem doentes.

Mas e esse tal de aborto pós-parto – ou aborto pós-nascimento – que está no título? Ainda não entendestes que só falei dele e dei dois exemplos práticos? Assassinar recém nascidos é a teoria de Michael Tooley e Peter Singer. Tooley defendeu a prática do aborto pós-nascimento como algo ético em seu artigo de 1972, na revista Philosophy & Public Affairs – e livro homônimo de 1983 pela Oxford University Press – “Abortion and Infanticide” ( Aborto e Infanticídio). Já Singer defende o aborto pós-nascimento/pós-parto em seus livros”Practical Ethics” (Ética Prática) e “Rethinking Life and Death” (Repensando a Vida e a Morte).

“Se o feto não tem o mesmo direito à vida que uma pessoa tem, parece-nos então que o bebê recém-nascido tampouco o tem, e que a vida de um bebê recém-nascido tem assim menos valor do que tem a vida de um porco, de um cão ou de um chimpanzé para o animal não-humano”, Peter Singer, Practical Ethics, 1979, Cambridge University Press.

Podemos ver até mesmo uma alusão à Agenda Pet, a qual pretende tornar seres humanos menos valorosos do que animais irracionais – reflexo disso é a defesa progressista e de certas pessoas quando ao assassinato de humanos na Índia por grupos de proteção às vacas, por terem comido carne bovina.

Ainda mais recente é a publicação do artigo “After-birth abortion: why should the baby live?” ( Aborto pós-nascimento: por que o bebê deveria viver?), no Journal of Medical Ethics, pelos filósofos italianos Alberto Giubilini e Francesca Minerva, docentes da Universidade de Melbourn, na Austrália. Basicamente, ambos argumentam que não há diferenças relevantes entre um feto e um recém-nascido, portanto, se aceitamos o aborto, não há o porquê rejeitar a eliminação de um bebê, só porque está fora do útero. Chegam ao ponto de utilizarem a estatística de que 64% dos casos de Síndrome de Down são detectados no pré-natal, logo, nos demais 36% dos casos, como os pais não tiveram o diagnóstico e não puderam optar por abortar ou não, devem poder optar se matam o bebê recém-nascido ou não.

Kristina Garza, porta-voz da ONG Sobreviventes do Holocausto do Aborto”, foi uma das organizadoras de pesquisa sobre o aborto pós-nascimento em faculdade americanas e descobriu que alguns estudantes não só apóiam esse crime contra a humanidade, como acreditam não haver problema em assassinar uma crianças até 4 ou 5 anos de idade.

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“Eles justificam sua posição dizendo que alguém só é plenamente humano quando se torna consciente sobre si mesmo, o que só ocorre por volta dos 4 anos”, informa Garza.

Como podem ver, não é novidade essa sanha totalitária pelo assassinato em massas de bebês, seja no útero ou fora dele, mas o pior de tudo é que alguns ainda não perceberam a lógica perversa por trás de tudo isso, e que Giubilini e Minerva, assim como Tooley e Singer, admitem claramente: não há diferenças entre um feto e um recém-nascido, assim como não há em fase alguma, pois é apenas uma fase de desenvolvimento, pela qual todos os seres humanos passam. Bem, se não há diferenças entre fetos e recém-nascidos, aceitar o aborto e não aceitar o infanticídio é hipocrisia, de facto, assim como aceitar o assassinato tendo por premissa a fase de desenvolvimento, justifica assassinar de bebês a adultos, assim como aceitar o aborto porque não há consciência ainda, leva esses estudantes a defenderem que crianças de 4 e 5 anos podem ser assassinadas, assim como defender que por ainda não estar totalmente formado pode abortar ou se tiver alguma doença, justificará assassinar deficientes e doentes em qualquer idade, por fim, assim como quaisquer relativização do direito à vida desde a concepção resultará na necessariamente na sua radicalização lógica e no fim do direito à vida em si mesmo.

Se entenderam este último parágrafo, só lhes faltará compreender que nada disso é por acaso, mas planejado desde o começo para que primeiro seja aceita essa “pequena” relativização do assassinato no útero, para propositalmente resultar numa autorização para assassinar em qualquer idade. E quando essas pessoas estiverem no poder, onde estiverem e quando estiverem, promoverão o genocídio sem quaisquer freios – eis aqui Nicolás Maduro, Joseph Stalin, Lênin, Che Guevara, Pol Pot, Mao Tsé-Tung, Robert Mugabe, Hitler, Mussolini et caterva.


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Fonte: Estudos Nacionais

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